sábado, 11 de outubro de 2008

CONTO 22 - V - A MARCA DA VAMPIRA - PARTE II




Bianca agora vivia sua sina, normalmente uma empresaria de sucesso, bem sucedida, sócia em uma empresa de consultoria, mas durante as noites de lua cheia, uma mulher misteriosa, totalmente transformada em uma motoqueira vestida em roupas de couro, com cabelo comprido ao vento, lentes de contato que mudavam seus olhos, que hipnotizavam os que passavam por seu caminho. Mas algo faltava, seu amor verdadeiro estava em outro mundo, Ian era apenas um fantasma que atormentava suas noites de luar, e a obrigava a fazer loucuras que mexiam demais com sua cabeça. Certo dia voltando para casa em seu carro ela ouve uma noticia no radio, naquela noite haveria um eclipse de pouco mais de 30 minutos, por volta das duas da manhã, achou engraçado mas continuou sua aventura no transito engarrafado daquela capital. Parada em uma avenida, uma leve chuva começa a cair, os carros todos parados devido ao horário do rush, começam a fechar seus vidros, com o ar ligado Bianca escuta uma musica da Enya, sempre curtiu new age para agüentar o caos daqueles horários de pico. Olhando os pingos caírem seu pára-brisa ela percebe que algo se forma no vidro, era como letras, e que com o ar condicionado embaçava cada vez mais, para seu espanto ali sim aparecia uma frase:”Hoje eu voltarei”, de repente aquilo lhe deixou com medo, e ao mesmo tempo sem saber o que fazer, estava ali presa naquele engarrafamento, e tendo alucinações.
Bianca nunca acreditara no sobre natural até ter a experiência com Ian e sua promessa naquela cidade pequena do sul, até então sabia da maldição que a acompanhava, mais daí a receber mensagens escritas no pára-brisa de seu carro, já era demais. Ligou o ar quente e passou a limpar o local e as letras foram sumindo, ficara tranqüila e achava que tinha sido apenas uma ilusão motivada pelo cansaço. Porem algum ainda a atormentava, nunca tinha conseguido assimilar bem o que fazia quando as noites de lua cheia chegavam e mudavam tudo em sua vida. Chegando em seu condomínio, estacionou e subiu ao seu apartamento, mas ainda no subsolo, sente uma brisa fria, típica daquelas que sempre curtiu no mirante de sua cidade natal, e novamente pensara em Ian, correu um pouco e pegou o elevador, La dentro existia uma senhora simples a qual nunca tinha visto no seu prédio, deu boa noite e ficou por dois andares naquele cubículo, quando saia, percebe que a senhora deixara cair um papel, tentou ainda avisar, mas a porta se fechara, e para sua surpresa, ao pegar o papel sofreu um arrepio que mexeu com todos os seus poros, ela olha o pedaço de papel e ler: “para Bianca”, aquilo foi demais para a jovem, A curiosidade a tomara e agora ela abria o papel, e encontra uma mensagem:” Nessa noite novamente buscaras em um mortal o meu amor e sugara todas as energias, porem devera sugar ao Maximo, pois naquele corpo eu voltarei depois da partida de sua vitima, assinado Ian”, estava fechado o destino de Bianca, naquele momento ela não resiste e cai desmaiada, sendo levada pelo elevador até seu andar, onde um vizinho a encontra quando da abertura da porta. Seu nome era Felipe, um jovem que vivia com seus avós, sempre cruzava com Bianca pelos corredores e no elevador. Levou-a para seu apartamento e disse a sua avó que a encontrara desmaiada, a mesma fez um chá quente e deu a Bianca, que acordara sem saber o que havia acontecido.
Felipe sempre admirava sua vizinha, mas nunca teve coragem de conversar com ela, pois com sua postura independente, metia medo nos homens e poucos se arriscavam a comentar algo sobre sua beleza.Bianca ali deitada no sofá, com sua roupa clássica , uma saia e um blazer, tendo uma blusa por dentro, deixava a vista todo seu corpo delicioso de mulher, suas curvas excitavam qualquer homem, e Felipe já era um admirador secreto, Bianca meio tonta, nem percebia que através da saia, e com as pernas entre abertas dava para ver sua calcinha minúscula preta, que devido a sua pele branca do sul, transparecia sua buceta carnuda. Ao perceber os olhos fixos de Felipe em suas pernas, Bianca ainda se recuperando diz: “o que estou fazendo aqui? O que aconteceu?”., nisso Felipe explica o que acontecera com ela e a mesma ficou pensativa, a avó de Felipe serve o chá e Bianca começa a voltar a si, nisso pergunta a Bianca se ela morava sozinha, pois sempre a via no condomínio, Bianca responde que sim e que possivelmente o desmaio teria sido decorrente da semana estressante. Após isso agradeceu a Felipe e sua avó e retornou ao seu apartamento. Felipe não esquecera mais aquela mulher, seu sonho de consumo esteve perto e deitada em seu sofá, porem não teve coragem de revelar seus sentimentos em um hora tão difícil para Bianca como aquela. Bianca ao entrar em seu quarto foi logo retirando suas roupas e se jogando na cama e olhando para o teto acreditava que tinha sido um sonho aquele recado, mas o olhar para a cadeira viu sua saia e um papel no bolso, aquilo foi fatal, encontrou o bilhete e agora tinha a certeza era um recado, mas não sabia como iria se concretizar aquela frase do bilhete.
Como de costume após uma semana cansativa, ela costumava sair com as amigas do trabalho para uma diversão, porem ao ligar para duas, não obtivera companhia naquela noite. Foi ao banho e ficou de molho em sua banheira de hidro, passando óleos e sais, Bianca como sempre fazia se masturbava na banheira, ela já era viciada em se proporcionar prazer, tinha um método exclusivo para arrancar um gozo delicioso, mesmo deitada, levantava o corpo sob a água e jogava o chuveirinho de água quente em seu clitóris, com dois dedos enfiado na buceta ela puxava pra cima e rebolava lentamente, os espasmo eram freqüente, uma vez chegando a desmaiar na banheira de tanto prazer. A noite era uma criança e Bianca agora se produzia para ser outra mulher, não era mais a Bia comportada, era a Bia vampira, com seus cremes ela se acariciava na frente do espelho, seu corpo exalava um perfume delicioso, coloca uma peça minúscula, uma calcinha com apenas um Fio no bumbum e um pequeno tecido que mal cobria sua buceta deliciosa, sua calça de couro e uma camiseta sem sultien e sua jaqueta preta, olha em seu porta jóias e retira o anel de pedras em forma de V, estava pronta, agora era ir a caça. Ao sair já por volta de Meia noite para que os vizinhos não a vissem, ela desce pelo elevador de serviço, porem percebe um a sombra no fim do corredor quando as portas se fecham, parecia estar sendo observada, porem não ligou.
Era Felipe, o jovem estava aguardando seu desejo sair e seguiu-a, no subsolo ela pega sua moto e sai em disparada, Felipe que tinha um carro, sai e a segue, como sempre fazia, Bianca se afastava da cidade, buscava suas presas geralmente em cidades satélites da capital, chegava às vezes a viajar horas para na ser reconhecida, parava em postos de gasolina, restaurantes e escolhia suas presas, geralmente caminhoneiros e turistas viajantes, seus objetivos eram simples, noites de sexo selvagem com amantes vitimas de seus desejos e fantasias. Parou em um bar estilo country que sempre realizava shows, e o estacionamento estava lotado, nunca tinha feito aquilo, se expor tanto, mas algo estava diferente naquela noite. Logo atrás vinha Felipe, mesmo longe da capital ele não desistira de conhecer o outro lado de Bianca. Ela entra no Bar e estava lotado, senta no balcão e pede um Ballantine 12 anos com gelo e um Red Bull, mistura os dois e se delicia com o efeito, ela estava queimando de desejo por uma presa nova, muitos a observavam mais poucos se aproximavam, ela os dominava com o olhar, fazia o que queria e os deixava loucos. Mas para sua surpresa duas mãos encobrem sua vista, era Felipe e Bianca pergunta: “o que fazes aqui tão longe garoto?”, ele respondeu: “segui você, não consigo tirar você dos meus pensamentos”, ela sorri e o convida para Dançar, ambos sorriem e bebem alucinadamente, feito crianças brincam e se divertem no salão, mas Felipe sempre tentando beijá-la, até que ela o chama ao lado e diz:
” garoto vai embora, esta muito longe de sua casa, não pode ficar comigo, você pode sofrer se insistir em me seguir”, Felipe não entende e responde: “mas quero ficar com você essa noite”, Bianca sai correndo e Felipe a segue, já fora do posto ele a alcança e a abraça beijando-a, aquilo foi fatal para os dois, ela já excitada ao extremo, sua calcinha grudando no corpo de suor e tesão, ele excitado em ter Bianca em seus braços, os beijos alucinantes se seguem, ele quer possuí-la ali mesmo, mas Bianca resiste e diz: “aqui não, venha comigo”. Ela sobe em sua kavasaki e ele junto, ela acelera na estrada enquanto ele a abraça e acaricia seus seios, em alta velocidade ela delira, o vento e as caricias dele a fazem gemer de prazer, ela sente seu membro pulsar na calça jeans encostado em seu bumbum, e ela encharca sua calcinha de excitação, longe em campo deserto eles param longe da estrada, a grama era macia e molhada pela garoa, o luar estava lindo, clareava como o dia,já eram quase duas da manhã, correndo pelo campo vão jogando suas roupas e se jogam na relva, ela deitada, ele a beija por todo o corpo, e olhando o luar ela lembra de Ian, novamente aquela voz vem ao seu ouvido e o rosto de Felipe, agora é Ian, ela se entrega totalmente, Felipe desce com sua língua por entre os seios, passando pela barriga até chegar naquela buceta rosada e molhada ao extremo, e começa a chupá-la, ela delira, grita, uiva naquele campo vazio, uma loucura ao luar, e ao gozar, Bianca grita “meu amor”, Felipe imagina que agora tinha Bianca para sempre, sorri, mas nem imagina o que estava acontecendo,
ao penetrá-la sente-se engolido por aquela buceta, a cada movimento, seu pau e comprimido, as contrações de Bianca o fazem delirar, sua buceta parece ter vida independente, o aperta e ele não resiste goza de imediato, mesmo assim Bianca não para com os movimentos de sucção, e agora o coloca deitado e monta como uma amazona em seu garanhão, Felipe fica espantado com tanto tesao que esta sentindo agora, mesmo gozando, ainda estava duro como nunca tinha ficado antes, Bianca jogando sua cabeça para traz, olha o luar e acelera loucamente, e vê o eclipse começando, somente naquele campo deserto e longe da luzes da cidade poderia se ver tanto mistério, conforme o sol encobria a lua, Bianca sugava Felipe com sua buceta, ele não acredita que iria gozar mais uma vez em menos de 20 minutos, e novamente um gozo enche a buceta de Bianca de leite quente de seu amado, agora com as mãos na cabeça Bianca se transforma, vira costas e senta novamente Em Felipe, que mesmo depois de outro gozo ainda continua firme, nem ele sabia por que, porem, agora vê Bianca colocar em seu cuzinho o pau já esfolado e vermelho, bem mais apertado, ele sente Bianca pulsar em seu pau, cavalgando rapidamente e mexendo com a cabeça, ela delira, porem seu amado Felipe começa a passar mal, seu coração esta em um ritmo acelerado como nunca antes visto e ele começa a ficar sem ar, mas Bianca sorrindo continua e quando o eclipse se completa ela arranca o ultimo gozo do rapaz, agora já sem vida, com a pressão caindo ao extremo, ele desmaia, e Bianca não sabe o que fazer, o frio toma conta do corpo de Felipe e Bianca chora e lembra do bilhete deixado:
“Nessa noite novamente buscaras em um mortal o meu amor e sugara todas as energias, porem devera sugar ao Maximo, pois naquele corpo eu voltarei depois da partida de sua vitima”, estava concretizado, o eclipse e as mensagens se completavam, era a passagem, Felipe já não voltaria, em seu lugar nasci novamente o seu amor Ian, o luar que criara um pacto, agora devolvia o seu amado. Olhando para o céu chorando, ela vê o eclipse se desfazendo, e novamente o calor do corpo de Felipe voltando, Bianca observa atentamente, porem ele permanece imóvel, ela levanta chorando, anda de um lado a outro, dizendo “o que fiz meu Deus?, e agora ele esta morto”, e para sua surpresa um corpo lhe abraça, e a chama: “Bianca, voltei para nunca mais lhe abandonar”, ela se vira chorando e diz: “Felipe, que bom”, o qual responde com um sorriso: “pode me chamar de Ian também se quiser”, ela não entendia, como ele saberia de seu passado, porem não importava, apenas esta feliz de te-lo de volta, porem Felipe pede sua mao e vê o anel em forma de V, e o coloca junto ao seu peito de pressiona, ficando ali um marca avermelhada, como de sangue preso. E respondeu: “esquecera disso, sua marca esta em mim, sou seu mortal fiel servo e amante, de agora em diante não buscaras mais o prazer em outro, pois tem a mim o seu eterno Ian”, Bianca agora tinha certeza, de alguma forma Ian voltara agora no corpo de Felipe. Vestiram-se e pegaram a estrada de volta, agora Ian dirigindo a Kavasaki e Bianca o abraçando, o sonho da jovem mulher esta sendo realizado, e a maldição da vampira acabara. Ao chegar jogou o anel em sua caixa de jóias e resolveu esquecer o passado, guardou as roupas em um armário.
Passado alguns meses todos estranharam o casamento de Bianca e Felipe, a família, os amigos, se perguntavam como poderia Bianca casar com um rapaz que conhecera há tão pouco tempo?, mas ela sabia que na verdade sempre foram feitos um para o outro.

Assim termina mais um conto do Savage, e há ainda quem pergunte, e a Kavasaki o que ela fez?,.rss, dizem que ela vendeu para tal de Logan, bom mais isso ai já é outro conto.

quinta-feira, 9 de outubro de 2008

CONTO 21 - RITUAL DE UM PRAZER A DOIS - A SEGURANÇA


Era janeiro, o tio de minha Deusa viajara para o nordeste com a família, iria passar as férias curtindo a vida, afinal com seus 50 anos dedicados a suas empresas, poucas vezes aproveitou para viajar com os filhos e a esposa. Porem antes de viajar nos ligou e pediu que ficássemos em seu apartamento, pois, temia que a secretaria não cuidasse da manutenção e da segurança. Uma cobertura completa que ocupava todo o andar de condomínio de luxo, os anos dedicados a empreender com sucesso lhe renderam alguns imóveis, entre eles esse moderno com vários dispositivos de segurança e serviço de primeira. Como morávamos perto, resolvemos então aproveitar o convite e também todo o conforto e do condomínio. Em uma sexta feira reunimos amigos e fomos a uma boate dançar e nos divertir, minha Deusa como sempre me provocando, com um vestido curto e aquela calcinha minúscula, que a cada movimento aparecia seu bumbum e sua xaninha depilada, tudo regado a muitos drinks e tequilas, a noite estava fervendo, nossos amigos já estavam acostumados, como sempre ela chamava atenção para provocar, dançávamos e ela se esfregava em meu corpo sabendo que aquilo me excitava, sua amiga patrícia também era pura adrenalina, da mesma forma subia na mesa e dava show a todos, a alegria estava presente naquele ambiente caliente, nos os maridos e namorados sabíamos que era uma forma delas se libertarem e curtirem a vida, depois de uma semana estressante em escritórios e consultórios, afinal entre os amigos haviam médicos, advogados, vendedores e consultores, uma turma que já se conheciam desde a faculdade. Minha deusa me chamou, e falou ao meu ouvido, que queria ser possuída no banheiro da boate, e que patrícia com seu namorado queriam ver tudo, pois também estava muito excitada aquilo me deixava louco, mas tínhamos que ter cuidado, o novo gerente já sabia do que aprontávamos nas noites de sexta, e sempre estávamos vigiados por seguranças, até porque um dos nossos amigos mais afoitos quebrou um espelho por acidente uma semana atrás, apesar de sempre pagarmos os prejuízos, já não éramos mais bem visto por lá. Assim ela foi primeiro, com patrícia ao toalete, e de lá fez sinal para irmos, eu e caio, o namorado da Paty sorriu e fez sinal de positivo. Chegando ao toalete feminino fui puxado e recebido por beijo alucinante, minha Deusa sempre teve uma pegada de dar inveja a qualquer homem, me conduzindo a um Box, já desabotoando minha camisa, ela parecia ensandecida, patrícia sorria sem parar e ao mesmo tempo entrava em outro Box e subia no vaso para olhar para o nosso local, juntamente com caio, se penduraram por cima da divisória e observavam minha Deusa me devorar vivo, com beijos e caricias ela me excitava, suas mãos percorriam meu corpo e sua língua idem, eu ali em pé encostado na parede, observava seus delírios, seguro seu cabelo longo e guio suas sugadas e lambidas, os Ices e reds estavam fazendo minha Deusa se entorpecer de tanto tesão, ela chega a minha calça e não perde tempo, abre o zíper e retira meu membro já duro e molhado, olha para cima e me ver sorrindo, dá uma piscada e começa o show de uma Deusa com fome de sexo. Patrícia e Caio por cima do Box com olhos perplexos sorriem e se acariciam ainda vestidos àquele toalete era nosso, quem entrava imaginava algo, mas não sabia o que acontecia, em um pequeno espaço minha Deusa sacia seu tesão em me deixar louco excitado, olhando fixamente para mim, faz loucuras com sua boca e sua língua. Patrícia embarca na loucura motivada pelo que via, encosta na minha cabeça e diz que caio esta agora chupando por trás, ela em pé sobre o acento do vaso e ele sentado e chupando-a, pois ela de vestido encobria-o e ele afastara a calcinha dela para o lado e enfiava a língua em sua buceta latejante, isso tudo entrava pelo meu ouvido com a narração de paty e escutava também o barulho que os lábios de minha Deusa fazia com suas chupadas deliciosas, não sabia se iria agüentar por muito tempo, afinal a voz de paty gemendo em meu ouvido era demais, pendurada e sendo comida por trás, ela não me perdoava e dizia tudo o que estava sentindo, ao mesmo tempo vendo minha Deusa me levar aos urros de prazer, éramos dois casais em plena loucura, dois boxes ocupados e fechados. Caio sobe no vaso e começa a comer patrícia após ela gozar gritando em meu ouvido, agora ela chora com as estocadas dele, e eu peço a minha Deusa para que ela levante e vire de costas, pois agora quero levá-la a loucura, ela de imediato, levanta seu vestido, tira a calcinha molhada e prende ao meu rosto para que eu sinta seu cheiro de tesão, enquanto a como, fica de quatro segurando na parede e rebola em meu pau, que delicia ele entra como uma luva, sua buceta já esta inundada de gozo, pronta para minhas estocadas rápidas, ela delira e chega a bater a cabeça na parede, mas não reclama, apenas urra de prazer. Patrícia agora sente caio gozar em sua buceta e me relata, segurando minha cabeça presa à parede, aquilo me deixa louco, sua voz no meu ouvido é rouca de prazer e quando Caio goza e berra e sorri com uma louca, saindo da parede e agora o suga, cada gota de seu gozo, nessa hora também não resisto, e gozo em cima do bumbum de minha Deusa, ela pede que quer sentir meu leite quente escorrer por sua bunda até sua buceta latejante, os jatos são grossos e molham até suas costas, mas ela apenas rebola rindo. Nos vestimos e saímos correndo, pois já haviam avisado os seguranças, umas meninas ficaram chocadas com a bagunça que fizemos naqueles boxes.

Ao chegarmos no condomínio por volta de 4 horas da manhã, após deixamos nosso casal de amigos, dou sinal à guarita e lá esta uma moça que é segurança e já conhecia nosso carro, a garagem é acionada e podemos entrar. Ainda sorrindo muito de nossa loucura, entramos no elevador e nos beijamos e abraçamos, novamente sinto meu pau ficar rígido e minha Deusa percebe, me olha e sorri, a cada andar que passa nossas bocas se consomem, minhas mãos percorrem o corpo de minha amada, seus seios estão durinhos e os bicos furando o vestido, sinto que o tesão ainda nos consume, ao chegar no nosso andar, que é o ultimo, tento sair e ela me puxa para dentro e percebo espelho do elevador, aquilo me deu uma idéia, retiro a camisa e a de minha deusa, e começo a chupar seus seios, ela delira olhando no espelho nossos corpos suados ainda vestidos mais já caindo peças ao chão, minha língua passa entre seus seios e sinto o sal do suor de minha amada, ela adora isso, volto o bico e brinco com ponta de minha língua, ela geme, é quando enfio a mão por trás do vestido e levanto-a, segurando-a pela xaninha pingando, enfio o dedo lá dentro e a acaricio lentamente, e ela me abraça e fala ao meu ouvido, “me come gostoso, aqui e agora”, essa frase soa como uma ordem, masturbo-a por trás e ao mesmo tempo abro o zíper da minha calça, ela me acaricia e me arranha como sempre faz ao ser possuída com carinho.Nesse momento a porta do elevador começa a fechar ela a segura e percebemos que alguém estava querendo subir, como somos o do ultimo andar, ele teria que descer prendemos e continuamos com nosso ritual de prazer a dois, viro-a para frente da porta e ela a segura para não fechar, ao mesmo tempo que enfio meu pau e começo bombar em sua xaninha, ela grita de prazer, como o andar era nosso não teria problema de alguém escutar, falo em seu ouvido “ olha pra trás”, ela ver pelo espelho seu bumbum vermelho das palmadas que sempre dou ao comê-la, e meu pau entrando e saindo, ela abre um sorriso e pede: “fode rápido gostoso”, “me come porra!”, acelero e ela começa a tremer, soltando a porta e de imediato seguro para não fechar e sinto ela gozar no meu pau, chorando e me segurando ela delira e quase cai, suas pernas cansadas, é também gozo, agora dentro e sinto sua buceta se contrair me querendo mais, e eu grito seu nome, ela novamente se arrepia e agora sentamos os dois, segurando a porta do elevador a ponta do pé. É quando ali sentados levamos a maior surpresa de todas, existia uma câmera de segurança em cima na parede, olho para minha Deusa e aponto para cima, ela sorri e dá um thau, aquilo me deixou grilado, pegamos nossas roupas e saímos correndo. Minha Deusa dava gargalhada e eu ali sem saber o que fazer, aquela gravação seria entregue o sindico logo pela manha pela segurança de plantão, o que poderia complicar a vida do tio de minha amada. Já eram 5 horas da manhã, meu amor tomou um banho e desmaiou na cama, e eu me vesti e desci até a guarita de segurança para falar com a moça segurança de plantão. Chegando lá perguntei seu nome ela me disse se chamar Alicia, me recebendo com um sorriso maroto ela me diz que já sabia o porque de eu estar ali cedo para falar com ela, pois vera e gravara tudo que ocorrera no elevador, até porque um morador tinha reclamado que o mesmo não estava funcionando, tendo que subir pelo de serviço quando chegara na madrugada. Perguntei se teria como ela me dar à gravação, pois aquilo poderia complicar e dar problemas no condomínio do tio de minha amada Alicia me respondeu somente conversaria comigo e com minha Deusa juntos, e que na próxima noite iria ao nosso apartamento resolver esse assunto, pois estava largando o plantão e precisava passar o serviço ao colega que estava para chegar, mas me prometeu não revelar as cenas a ninguém sem antes conversamos. Aquilo foi como uma bomba, naquele momento percebi que seriamos chantageados pela segurança, mas aceite pagar o preço da paciência e aguardar o outro dia. Voltei ao apartamento e resolvi dormir.

No Sábado à noite recebemos a visita de Alicia, sem os trajes de segurança, era uma morena sarada, afinal devia praticar academia, seu cabelo solto agora mostrava uma mulher bela, escondida em trajes que não mostravam a exuberância de uma fêmea sensual. Minha Deusa sabendo da visita preparou todo um clima, um jantar e bebida, de forma que conseguíssemos agradar a mulher que tinha provas que poderiam prejudicar nossa convivência naquele condomínio de luxo. Ao entrar alicia demonstrou surpresa com tudo aquilo, disse que não esperava ser convidada para um jantar, e que apenas queria conversar melhor sobre o que acontecera na madrugada passada. Jantamos a especialidade de minha Deusa, uma bela macarronada, regada a um bom vinho e doces. Alicia ficou encantada com tudo aquilo, nossa estratégia estava dando certo, tínhamos agora um ponto a favor, mas alicia também era esperta e logo após o jantar sentamos na sacada e sobre a lua cheia que sempre nos excitava, começamos a conversar. Primeiramente perguntei se alicia estava com a fita com a gravação do elevador, ela abriu a sua bolsa e me mostrou, estava lá com data e horário, expliquei como aquilo poderia causar constrangimento e problemas para o tio de minha amada e ela escutou atenta e sorriu no final. Para minha surpresa alicia fez uma pergunta: “vocês querem ver a gravação?”, minha amada me olhou com aquele sorriso sacana e logo respondeu que sim. Alicia perguntou onde estava o vídeo cassete, e apontei para o meu escritório, pois não usávamos há muito tempo, ela pediu que minha Deusa pegasse, enquanto ela acertava comigo o que desejava. Ainda surpreso, aceitei e disse onde estava o aparelho para minha amada. Logo quando ela saiu, alicia me olhou e disse: “sabia que vocês me deixaram numa situação delicada com o que fizeram naquele elevador?”, respondi que não tínhamos percebido a câmera e que com certeza se soubéssemos não faríamos nada naquele local. Alicia deu uma gargalhada e respondeu:”não foi bem disso que falei”., com um olhar agora malicioso ela queria me dizer alguma coisa, foi quando perguntei: “o que esta tentando me dizer?”, ela me confessou que quando entramos ela nos acompanhou por todas as câmeras do circuito fechado, e quando percebeu o que ia acontecer pensou em interromper, mais ficou curiosa para saber até onde iria nossa loucura e que sem perceber ao longo das cenas ficou muito excitada. Aquela conversa me deixou louco, pensei que devido ao vinho ela tivesse agora sem a seriedade do começo, se revelando uma tremenda vouyer, levantei e fui de encontro a minha amada que trazia o vídeo cassete. Liguei e pedi a fita, ela ao me dar acariciou minha mão como se tentando tocar mais ainda em minha pele, minha Deusa percebeu e sorriu, agora sentando ao lado de Alicia, começou a conversar baixinho com ela, eu ligando a TV percebi que ambas sorriem e fico mais tranqüilo. Logo percebo o porque ela pedira para conversar no outro dia, a fita já havia sido editada, e começava justamente quando de nossa entrada no elevador, não tinha os horários anteriores da noite. Alicia diz a minha amada que viu por varias vezes a fita, pois, adorou as cenas, e logo minha Deusa percebeu o que estava prestes a rolar, e foi logo perguntando: “e ai minha linda, o que deseja em troca pela fita, pode pedir, estamos aqui para resolver esse problema?”, alicia olhando fixamente as cenas, levantou-se andou pela sala e respondeu: “quero fazer amor com vocês”, sentado estava e lá fiquei de boca aberta, simplesmente a jovem segurança era uma mulher reprimida sexualmente, olhava tanto para mim como para minha amada, parecia gostar de novidades e estava louca com as cenas que vira no elevador. Minha Deusa foi de encontro a ela e falou em seu ouvido: “quer que eu comece com ele para você ver novamente como é gostoso nosso ritual?”, ela responde com um sorriso e afirmativo com a cabeça. Minha Deusa pegou uma taça de vinho na mesa e veio ao meu encontro, tomou um gole e me beijou passando um pouco do néctar de uva para minha boca, com a taça na mão, derrama em seus seios e pede para eu lamber, retirando sua blusa ela expõe os mamilos que eu adoro chupar, nesse instante Alicia senta na poltrona e observa nos dois no sofá em frente. Meu amor senta no meu colo e continua bebendo o vinho e dando em minha boca seios como taças, e ao mesmo tempo enfio minha mão por traz de seu short até bulinar sua xaninha já molhada de tesão como sempre, alicia olhando fixamente ver minha deusa começar a delirar com minha caricias, é meu amor levanta e fica em pé no sofá, retirando seu short e calcinha e fica de frente para meu rosto, se apóia na costa do sofá e senta em meu rosto para eu me deliciar com o gosto de sua buceta molhada, primeiramente passo a língua por trás de sua coxas, coisa que ela adora sentir, depois sigo até ficar com a ponta da língua nos lábios de sua buceta, brincando e molhando o seu clitóris. Nesse instante vejo Alicia abrir as pernas, já que estava de saia e começar a se tocar por cima da calcinha, aqui me deixa louco, era uma buceta enorme, cheia, inchada, quase a calcinha não a preenche, pois fica boa parte exposta. Seguro nos quadris de minha amada e sugo seu meu como ela adora, e quando começa a rebolar em minha boca, alicia ver a cena e segue o mesmo ritmo agora com calcinha afastada para o lado e massageando o grelinho, com a outra mão em um dos seios, ela fica com os olhos bem pequenos como se estivesse em transe, agora minha amada se vira de costas para mim e esfrega sua bunda em meu rosto, olhando fixamente para alicia ela faz caras e bocas para a sua nova amiga, sinto o cheiro de sua buceta em minha narinas, meu pau lateja, e meu amor percebe e começa abrir o zíper da minha calça, alicia acelera em seu movimentos, para deixá-la louca para a língua pelo cuzinho de minha amada, ela treme e da um grito louco: “gostoso safado”, retira meu membro com raiva e abocanha chupando velozmente, agora esta feito o 69 naquele sofá, ela abraça minha cabeça com sua pernas e me chupa deliciosamente. Alicia agora esta deitada no sofá olhando fixamente e com dois dedos em sua buceta, o barulho dela se masturbando é enlouquecedor, de tão molhados e rápidos os dedos fazem o som do prazer ficar mais excitante, eu já louco, sinto minha deusa parar e olhar para alicia e fazer um gesto chamando alicia com o dedinho e dizendo: “vem é todo seu, esta pronto para você”, segurando meu pau ela, sai e repassa a alicia que em pé senta de frente a mim, e percebo como ela gostosa e quente, minha Deusa chupa agora os seios de Alicia enquanto esta cavalga em meu pau, segurando a cabeça com as duas mãos como um ensandecida. Minha Deusa fala ao meu ouvido: “não goza, esse gozo é pra mim, você é meu”, a obedeço com seu servo mortal e me concentro em arrancar o gozo de alicia, o que não demora, mas quando ela quase grita, minha Deusa abafa o gemido de prazer com um beijo em sua boca, toda mole e quase sem sentidos, alicia deita no chão enquanto meu amor senta em seu mastro preferido, olhando para alicia ela fala: “ele vai gozar agora e você vai ver de perto cada jato que vou arrancar dele”, alicia não acredita no que vê, ela observa atentamente meu amor naquele sobe e desce acelerado e rebolados enlouquecedores, e logo meu pau começa a inchar, ela percebe e levanta rapidamente se ajoelhando esperando o leite que a alimenta, e os jatos saem, alicia e meu amor buscam cada gota como loucas, disputam o meu prazer como nunca e juntas sentam na minha perna e me beijam.

Estava ali selado o nosso acordo, ficamos com a fita e nossa nova amiga depois de um banho desceu para começar seu trabalho, prometemos nos encontrar mais vezes para um bom jantar e celebrar nossa amizade. Foram 30 dias de pura curtição naquele condomínio, e o tio de minha amada nunca percebeu ou soube de nada. Nosso ritual foi celebrado com a mais pura segurança e descrição e claro a saga de uma Deusa da sedução e seu mortal servo continua, afinal são feitos um para o outro, regados de paixão, sedução e prazer.



CONTO 20 - UMA COLEGA CONSULTORA


Meu trabalho exige de mim viagens por várias cidades, uma certa ocasião à empresa me surpreendeu, eu deveria ser acompanhado por uma consultora que prestava serviço ao grupo, e dar todo o suporte ao trabalho a ser efetuado por ela. Aquilo não era algo que eu costumava fazer, fugia a minha rotina de trabalho, porem deveria obedecer às ordens.


Essa viagem seria para uma pequena cidade do interior do estado, meu trabalho duraria no máximo duas semanas, porem ainda tinha que dar suporte a consultora. O trabalho dela, levantar todas as características da cidade, bem como saber se nossa empresa estava atendendo bem os seus clientes, uma verdadeira pesquisa de marketing. Nos encontramos na sede da empresa, ela se chamava Cristina, uma mulher de cerca de 30 anos, estatura mediana, morena clara, cabelos castanho claro, corpo bem delineado, estilo executiva, meu chefe me apresentou e entramos em reunião. Muito séria, me disse que era a primeira vez que fazia uma viagem para o interior do estado, geralmente viajava para outros estados, e que iria aproveitar para conhecer melhor a belezas de sua terra. Mostrei-me atencioso, porem, de imediato vi sua aliança em sua mão, e percebi que ela era casada, e como não queria problemas, mantive a conversa bem profissional. Saímos na segunda e ao chegar no município nos deparamos com um problema, existia uma convenção na cidade e todos os hotéis estavam lotados, aquilo não estava programado, nem mesmo o setor recursos humanos tinha comentado algo. Para minha sorte contatei um amigo que ficara na capital, ele tinha parentes na cidade e poderia me ajudar, bastou uma ligação e ele me retornou dizendo que poderia ficar na casa do seu tio, ele morava sozinho e iria adorar a companhia de amigos. Partimos da rodoviária direto para a casa do tio dele, ele se chamava Alberto, mas conhecido como Seu Beto, uma simpatia de pessoa, sua casa era pequena mais bem aconchegante, parecendo um refugio pitoresco, coloquei minhas malas na sala e ele foi mostrar os cômodos onde ficaríamos. E novamente o Universo estava conspirando a favor de algo que ainda não estava entendendo, ao ligar o ar-condicionado do quarto onde ficaria, ele simplesmente queimara, Seu Beto ficou todo preocupado em como eu iria dormir, pois era verão e o calor estava escaldante, ele se dirigiu a mim e disse que iria solicitar o conserto, e que não queria que amigos de seu sobrinho ficassem mal alojados. Falei de imediato que ele não precisava se preocupar, afinal deveríamos agradecer de poder ficar, se não, o nosso trabalho seria adiado e isso causaria um prejuízo enorme à empresa. Nesse instante fui surpreendido pelo o que acredito ser o ponto inicial da nova amizade com a colega consultora. Ela perguntou se eu gostaria de colocar o colchão no chão do quarto dela por um dia até que fosse consertado o equipamento, pois sabia que a viagem nos deixara exaustos e eu não teria condições de dormir no quarto sem ar. Respondi que não precisava, eu daria um jeito, mas ela sorrindo insistiu e pegou minha mala e colocou ao lado das suas, Seu Beto até sorriu. Cristina apenas pediu uma coisa, que eu respeita-se a sua privacidade, pois gostava de descansar e ler, bem como quando ela fosse tomar banho e trocar de roupa. Claro que concordei, afinal ela estava me dando a oportunidade de um pouco conforto depois de um dia tão atribulado.


Aquele verão estava demais, mesmo com a refrigeração, à noite o calor tomava conta do corpo, fiquei conversando com o seu Beto até altas horas, nesse período Cristina ficou no apartamento, lendo e preparando o material de trabalho, por uma vez escutei o barulho do chuveiro, ela estava tomando banho, talvez devido ao calor. Após uns 30 minutos, bati na porta e percebi que ela estava dormindo, sua colônia pós-banho perfumara todo o local, uma aroma delicioso, entrei bem devagar para não acordá-la, ela coberta da cabeça aos pés sonhava, me agasalhei e dormi. Pela manhã, tomamos um café da manhã e partimos para a batalha, ficamos de nos encontrar em um restaurante para comer um delicioso churrasco da região. Durante o almoço conversamos muito sobre trabalho e fomos quebrando o gelo inicialmente acontecido e sorrindo a cada historia de nossas viagens. Naquela tarde voltei a percorrer a cidade encontrando com clientes e ela fazendo a sua pesquisa em outro local. Por terminar cedo retornei a casa e seu Beto não estava, por sorte sempre deixava a chave em um vaso de flores como já havia me dito. Entrei e fui ao banho e novamente ao entrar no quarto de Cristina para pegar minha roupa me vi embriagado com aquele perfume delicioso, suas roupas de dormir estavam em cima da cama, e como não tinha visto antes, eram bem sensuais e de pura seda, aquilo me despertou a imaginar como seria aquela mulher dentro daqueles trajes e me deixou excitado. Porem sai e fui ao banho em outro quarto. Ainda no banho ouvi um barulho na porta e pensei que fosse o seu Beto, mas logo tudo ficou calmo, sai do banheiro e me vesti, o quarto em que estava ficava em frente ao de Cristina, e ao sai percebi que sua porta estava meio aberta, a curiosidade não me deixou passar sem dar uma espiada, e para minha surpresa ela estava no banho e com a porta do banheiro aberta, provavelmente não percebera que não existia outra pessoa na casa, alem de suas roupas estarem jogadas como se tivesse com pressa para tomar uma ducha, afinal o sol estava queimando naquela tarde, eu mesmo após a ducha começara a transpirar. Nesse momento meu espírito voyeur não me deixou sair daquele local, foi quando algo aconteceu, ela simplesmente estava ali nua, no Box embaçado, mas com uma atitude que nunca imaginava ver, encostada na parede, com os jatos de água sobre sua cabeça se masturbava com o chuveirinho, de olhos fechados e com movimentos lentos e deliciosos, aquela mulher buscava o gozo como em um balé, lento e harmônico, o tesão estava à flor da pele, fiquei louco, excitado ao extremo, ela massageava os seios e beliscava os mamilos e ponto de ficarem vermelhos, o aroma do sabonete liquido estava por toda parte, misturado ao de sexo gostoso, eu ali louco para estar dentro daquele banheiro, mas com medo de ser visto observado-a, na demorou muito, ela estava gozando, mordendo os lábios ela vai escorregando pela parede e sentando, movimentos que parecem soluços a fazem tremer, água fria a faz quase adormecer depois do orgasmo. Nisso já louco para voltar ao outro banheiro e fazer o mesmo, tropeço em uma cadeira, ela percebe, corre e bate a porta do banheiro, logo grita perguntando quem estava entrando, eu respondo dizendo que estava na cozinha. Não resisto e novamente vou ao banheiro e me delicio imaginando tudo que vira, novamente tomo outro banho e saio para a área externa.


Cristina já vestida sai enxugando o cabelo e me vê na sacada, ainda com o rosto rosado ela sorri e diz que não sabia que eu já tinha chegado, disse que estava no outro quarto, fazendo um relatório e também tinha acabado de tomar um banho, ela diz que irá fazer uma limonada para nos refrescarmos do calor da região, agradeço e fico ali sentado observando a paisagem e sorrindo disfarçadamente. À noite no jantar trocamos idéias sobre o nosso trabalho e já com a presença de seu Beto jogamos um baralho para descontrair. Já tarde resolvemos ir para o quarto descansar, seu Beto dissera que o equipamento iria demorar, e talvez somente no final da semana voltaria do conserto, Cristina sorri e disse que não teria problema e até comentou que eu não roncava e, portanto não atrapalhava seu sono. Ao entramos ela foi ao banheiro e trocou de roupa, envolve-se em um roupão e voltou à cama, seu Beto já tinha colocado uma cama de solteiro para mim, próximo à porta do quarto, também vesti um roupa confortável e me deitei. Apesar das luzes apagadas percebia que Cristina não conseguia dormir, a luz do luar passava pelos vidros das janelas e dava para ver seus movimentos, foi quando tive a melhor atitude daquela noite, perguntei se algo a estava incomodando e porque perdera o sono, ela de imediato respondeu que alguns problemas familiares, e do trabalho estavam martelando sua cabeça. Coloquei-me a disposição caso ela quisesse conversar, ela ascendeu a luz do quarto e concordou. No começo disse que estava sendo muito cobrada na empresa em que trabalhava, a rotina de viagens estava acabando com o relacionamento com sua família, seus filhos cobravam sua presença, ela tinha um casal de crianças e ficavam com a avó, seu marido também andava distante e quando ela chegava geralmente discutiam sobre o quanto ela estava envolvida com seus projetos. A escutei e disse que isso acontece muito com as mulheres que resolvem seguir essa carreira de executiva, e cabia somente a ela tomar uma decisão visando não prejudicar sua família. Foi ai que me surpreendi com o olhar de Cristina, ela meiga me diz que o pior era a solidão e a falta de carinho, pois ela sempre foi ativa e rodeada por amigos e com esse serviço todos ficaram distantes, inclusive o marido, ela acreditava que o amor estava acabando e até o sexo não era mais como antes, aquilo mexeu comigo, entendia o porque da cena a tarde e como ela estava carente. Seu olhar estava triste e cabisbaixo, segurei em seu queixo e levantei, disse que isso acontecia comigo também, e que muitas vezes é preciso procurar conversar e resolver o problema juntos. Ela disse que nunca chegavam a um acordo, sempre brigavam e ela era que mais sofria com tudo isso. Nesse momento ela levanta da cama e sai para o canto do quarto, parecia e começaria a chorar, fui ao seu encontro e coloquei a mão em seu ombro e disse que ela não tivesse vergonha e poderia se abrir e desabafar, talvez se sentisse melhor depois, ela se vira e me diz:


  • Você acredita que passei a me masturbar para sentir prazer??


Aquilo foi como uma bomba, fiquei sem ação com o que ela falara, pois ficara excitado de imediato, virei de costas e fingir uma tosse para que ela não visse meu membro exposto sob a bermuda. Ela corre e vai ao banheiro chorando e dizendo:


  • Desculpa te falar essas coisas, estou morrendo de vergonha, desculpa!!!


Corro e a abraço por trás e ela percebe como estou excitado, meu membro faz volume na bermuda e encosta bem em seu bumbum, ela ainda chorando baixinho, geme de prazer e diz:


  • Que delicia...hummm

  • Você provocou isso (respondo)


Meus braços a envolvem por inteiro, ela se sente segura e debruça a cabeça no meu peito e começa a rebolar roçando no meu pau, aquilo me leva a loucura, a bermuda de dormir é fina e começa molhar, ela geme baixinho com os olhos fechados e mordendo os lábios, em pé, juntos e abraçados nos deliciamos com aquele momento, sem uma palavra ela vira sua cabeça e me da um beijo, no começo simples, mais vai acelerando e quase nos comemos de tanto tesão, beijos molhados e gemidos se misturam, passo uma das mãos em sua cintura e outra chego a sua calcinha, nisso ela sente a pressão por cima e morde o meu lábio, puxando como se quisesse arrancar, e a interrompo com um beijo e a puxo por entre as pernas, ela se abre e se entrega, tenho-a toda em minhas mãos, não a mais resistência, ela é minha. Afasto a calcinha para o lado e enfio um dedo e outro brinco como clitóris, ela começa a ficar ofegante, acelero e seguro com força seu corpo sem deixá-la sair, ela larga meus lábios e quando se percebo que ela iria gritar, tiro a mão de sua cintura e coloco em sua boca, afinal não queríamos acordar o seu Beto. Ela sorri com os olhos e concorda, ainda em pé, a encosto na parede, ela costas, eu passo a ponta da língua em sua nuca, bem devagar, sinto todos os seus pelos ficarem excitados, ainda segurando sua boca, ela se esforça para sair, retiro mão e novamente a beijo, ela não resiste e me aperta dando loucos beijos e suas mãos me seguram, a ponto de suas unhas me ferirem, agora com dois dedos dentro de sua xaninha e um massageando seu grelinho, ela esta prestes a gozar, seguro sua boca com força e mais um beijo é roubado, e falo baixinho em seu ouvido:


-quero que você goze na minha boca sua tesuda


Nisso em um movimento rápido a viro de frente, encosto-a na parede e me ajoelho abocanhando sua buceta, ela não resiste e grita, esta em pé e sendo chupada deliciosamente, eu olhando para cima a vejo com os olhos fechados, cabeça virada para o lado e deliciando os dedos como fosse me pênis, me concentro em seu grelinho e ela delira, sinto as contrações de um gozo chegando, é quando ela segura me cabeça e diz:


  • Não para porra!!!! Não para!!! Vai!!!vai!!!


E o gosto de seu mel escorre pela minha boca, ela gozou intensamente, suas pernas tremem, um soluço pequeno, e me abraça quase caindo, a seguro a beijo e ela prova seu mel, seu rosto esta molhado, o gozo arrancou lagrimas, lhe acaricio a face e a levo para cama, lá deito e a coloco de costas, ela senta em meu pau e cavalga, segurando a sua cabeça com a suas mãos ela brinca em meu membro como criança, gemidos se misturam ao barulho do ato em si, agora sou eu que me delicio vendo seu bumbum descer e subir, e não agüento mais, seu rebolado me suga de tal forma que já sinto inchar dentro de sua buceta, ela percebe e diz:


  • goza meu tesudo!!! Goza nas minhas costas, que sentir seu leite quente escorrer pelo meu bumbum!!!


Aquilo foi a senha para me deixar louco, acelero e prestes a gozar retiro de sua xaninha e os jatos são imediatos, molhando suas costas, ela delira dizendo:


  • que delicia!!!, leite quente!!!!, mais , mais!!!


Tomada pelo cansaço ela deita-se de costas sobre mim, grudando meu gozo em nossos corpos, a abraço e sinto seu coração ainda acelerado, e ela o meu. Dormimos ali, juntos acariciando-nos.

Pela manhã acordamos e tomamos banho juntos, claro que rolou mais um pouco, afinal estávamos muito excitados, tomamos café e depois sorrimos muito de tudo. A semana estava apenas começando, portanto tínhamos muito trabalho pela frente.





CONTO 19 - UM ESTRANHO MUITO INTIMO - PARTE II




Karina no caminho para casa não consegue tirar aquele homem da cabeça, o perfume no seu corpo, vindo de seu casaco deixado na pressa da despedida, ela ficara com algo dele, alem do prazer e da aventura, existia algo físico para sentir. Em pleno devaneio ela é surpreendida pelo taxista que pergunta exatamente aonde a deixaria, ela explica do endereço e logo chega em sua casa. Seus pais se surpreendem, pois ela havia deixado a informação que dormiria na casa de uma amiga, e não entendem o motivo do retorno a altas horas. Ela ainda ensopada pela chuva, disse que ocorrera um problema no carro de sua colega e por isso resolvera voltar para casa. Entrando no quarto com a maior rapidez, retira as roupas molhadas, e prepara-se para o banho, liga o chuveiro quente e fica novamente sonhando acordada com o homem que a possuirá tão docemente como o perfume que usava, uma sensação de prazer novamente toma conta de seu corpo, ela entra no chuveiro e começa a passar a esponja com sabonete liquido, a ducha percorria cada curva de seu corpo e a deixava cada vez mais excitada, um filme passa em sua cabeça, e não resistindo toca-se delicadamente imaginando o estranho chamado Logan, que a fizera gozar loucamente a menos de 2 horas atrás, o ritmo se acelera, a sensação é deliciosa, em pé encostada na parede com uma das pernas sobre o vaso, enfia primeiramente um dedo em sua xaninha, apensar de passar o sabonete, o aroma do Dolce e Gabbana The One de logan ainda a embriagava, o que aumentava ainda mais o seu prazer, agora com dois dedos dentro e massageando seu grelinho e massageia seu seio e com os olhos fechados sofre espasmos de prazer, soluços e gemidos baixos ecoam no Box, ela gozava mais uma vez e sorria para o espelho embassado, não resistindo desliga o chuveiro e senta no chão, que loucura. Levanta, envolve-se na toalha entra no quarto, vai a cama e desmaia.






Naquela noite o sono foi um dos melhores da vida de Karina, ela nem se da conta e acorda simplesmente as 11:00hs de sábado, com sua mãe batendo a porta do quarto, preocupada com o longo sono de sua filha, e perguntando se ela queria café ou um delicioso lanche. Karina levanta totalmente nua, sorrindo e abre a porta, para surpresa de sua mãe, que pergunta o que estava acontecendo com ela, a qual responde que apenas dormira muito devido ao stress da semana e que nem teve condições de vestir a roupa de dormir, ambas sorriem e sua mãe lhe traz um café delicioso. Já em um roupão enquanto degusta as guloseimas feitas pela mãe, ela de repente vê o agasalho de Logan em cima da cadeira. Logo pensa, não foi um sonho, tudo era verdade, de imediato corre e o pega, já seco ela encosta em suas narinas e respira forte, aquilo age como um entorpecente e um sorriso se abre no rosto daquela jovem, olhando mais de perto percebe que a peça possui bolsos, e por instinto logo verifica se existe algo, e para sua surpresa encontra o cartão de uma lavanderia do centro da cidade, aquilo aguçou a inteligência de Karina, como as lavanderias geralmente anotam as peças que são lavadas e dados dos clientes, ela teve a idéia de ir tentar descobrir quem era o estranho logan e onde poderia encontra-lo novamente.






Na segunda feira no intervalo do almoço ela foi a lavanderia do centro, chegando ao local disse que precisava descobrir o endereço do seu amigo para levar o agasalho a sua residência, primeiramente a recepcionista não quis fornecer, porem, aos poucos disse que iria tentar descobrir, mas que Karina passasse somente no dia seguinte. A ansiedade dela foi ao extremo, não via a hora de encontrar seu salvador e amante misterioso.



No outro dia Karina novamente passou na hora do almoço na lavanderia, e para sua alegria a jovem que atendê-la tinha um endereço, o local era um pequeno flat, conhecido por hospedar viajantes e executivos de passagem pela cidade. Karina agora estava com receio, como chegar lá e aborda-lo? Ela não sabia qual seria a reação de Logan. Na quinta-feira ela tomou coragem e avisou no trabalho que iria ao médico na parte da tarde e não retornaria do almoço.



Ao chegar ao Hotel na recepção foi informada que o Sr. Logan estava ausente desde a cedo e não retornara do almoço, e que seu apartamento era o de numero 11. Karina disse que ficaria esperando no hall e aproveitaria para conhecer melhor o hotel, onde na sacada existia um bar com uma vista privilegiada da cidade. Na subida resolveu parar no andar do apartamento 11, e no corredor viu uma senhora que efetuava a limpeza dos quartos, e teve a idéia de tentar entrar no apartamento do estranho, sem ser vista. Como a senhora entrava e saia para pegar o material, ela vira as chaves em cima do carrinho de limpeza, sem ser notada, pegou a chave do quarto de logan e voltou ao outro corredor. Passados alguns minutos, ela entrou no corredor e não havia mais ninguém, ela olha para chave e sua mão esta tremendo, se perguntava o que estava acontecendo, como teve coragem de fazer aquilo? E o que a esperava naquele apartamento? Porque tanta curiosidade?, a mesmo tempo sorria em pensar em seu amante. Ela abre silenciosamente a porta, esta tudo escuro, mais uma coisa a invade, o aroma do perfume dele estava ali, guardado, como se esperando para ser sentido, aquilo a fez ficar tonta, novamente seu corpo responde instintivamente ao seu desejo, quase caindo ela toca na parede e liga o interruptor, tudo fica claro, uma ante-sala com duas poltronas, uma mesinha, e logo adiante um outra porta, essa dava acesso ao quarto, ela abre bem devagar e vê uma cama enorme, um armário e roupas jogadas sobre uma escrivaninha e uma cadeira, parecia que alguém saira apressado, ela continua sua busca e abre o guarda-roupas, alguns ternos, camisas. Mas de repente ouve um barulho, e de imediato entra no armário e fica de costas para a porta se escondendo, era a porta de entrada e ouve passos e uma voz:








  • Parece que alguém me procura...rss






Karina reconhece aquela voz, era de Logan, ele já sabia que ela estava em seu apartamento, e novamente ele fala chegando mais perto do quarto;








  • estranho, a arrumadeira diz na recepção que perdera a chave do quarto, encontro ele aberto, recebo a noticia que alguém me espera no hall e não encontro... quem será..rss






Aquele sorriso sarcástico confirma, era ele, o estranho que invadira sua vida e a salvara de uma noite frustrada. Ele chega perto do armário, ela esta escondida e ele diz:








  • que perfume delicioso...rss, parece ao uma mulher linda que conheci nesta cidade, mas como? Como posso estar sentindo aqui no meu quarto? Só pode ser alucinação..rss.





Karina mistura o sentimento de ansiedade, excitação e medo, aquela voz estava cada vez mais perto, ele sabia que ela estava ali, e agora?, o que ela iria dizer? Como reagir?.






Logan chega perto da porta do armário e fala baixinho:








  • Acho que vi uma gatinha...rss






Nesse momento ele abre a porta e enfia o braço agarrando-a pela cintura, Karina leva o maior susto, mas ao mesmo tempo excitadíssima, ele não entra apenas a sente, sem vêla, sua respiração é forte e ofegante, ela esta suando e tremendo. Logan encosta-se à porta pela parte de fora, pelas aberturas sente o cheiro de Karina e devagar fala:






-És minha novamente..rss






agora ele começa a descer sua mão pelo corpo dela, e chega em suas pernas, as abre cuidadosamente, ela esta de saia, um gemido é ouvido, ele chega em sua xaninha, por cima da calcinha ele sente como esta molhada, ela treme e delira e ele diz:






-Parece que choveu ai dentro em?, ta muito molhado..rss






Aquilo a faz perder a noção de tudo e ela novamente dispara um gemido lindo, ele responde puxando-a e prendendo-a na porta, ele por fora e ela dentro, separados apenas por centímetros, ela levanta os braços e segura na lateral, ele enfia a mão na calcinha de Karina e começa a acaricia-la e fala baixinho:








  • Pode parar sua procura, estou aqui para você novamente.



  • Delicia, não resisti tinha que encontrar você (responde quase gemendo)






Em movimentos lentos ele enfia dois dedos na xaninha de Karina, entrando macio, pois ela esta pingando de excitação, a ponto de escorrer por suas pernas. Ela rebola segurando na lateral do armario, mordendo os lábios, de olhos fechados ela não vê a hora de sair e pular em cima de logan, mas ele percebe e diz:








  • Não saia, quero que você goze ai dentro e nas minhas mãos.



  • Não me tortura meu estranho amante...hummmmm.






Os movimentos aceleram e ela basicamente cavalga nos dedos de logan, gritando e gemendo, Karina morde uma camisa pendurada no cabide, o cheiro do Doce e Gabbana das roupas lhe embriagam, ela começa a gozar, tendo espasmos e soluços, lagrimas começam a escorrer, quase desmaiando logan a tira do armário e a coloca de joelhos, abre seu zíper e expõe seu membro duro, quente, vermelho, molhado e latejante, Karina o abocanha como que uma cadela faminta, chupando-o e olhando fixamente para cima e vê seu amante de olhos fechados se deliciando com as sugadas que ela proporcionava. Ainda com os olhos úmidos do choro de um gozo alucinante, seu rosto esboça um sorriso lindo de uma mulher realizando seu homem em pleno ato amoroso. Antes que de gozar, ele a levanta e coloca-a de costas encostada na parede e finalmente enfia em sua buceta por trás, ela agora da um grito que poderia ser ouvido em todo hotel, se não tivesse tudo trancado. Em verdadeiro bombardeio de estocadas logan a come, virando seu pescoço e beijando-a, suas línguas se devoram, suas bocas se consomem. Ele prepara-se para o gozo, ela o sente inchar e crescer em sua xaninha, e surpreendentemente diz:








  • Pode gozar dentro, quero sentir você até o final dentro de mim!!!!



  • Delicia



  • Goza amor!!!






E o ato é consumado, em gritos Logan goza com estocadas deliciosas em sua amada, ela sorri e o beija loucamente, ele sente as contrações da buceta de Karina querendo mais e mais, e seu membro desfalece em um orgasmo delicioso.






Ambos jogam-se na cama, exaustos e felizes, se acariciam e abraçam. Minutos depois conversam e dão verdadeiras gargalhadas de tudo.



.......



Bom mais isso é uma outra historia, pode até ser um novo conto.





CONTO 18 - RITUAL DE UM PRAZER A DOIS - A BIOLOGA






As vezes sozinho na sacada do apartamento me pego pensando nas loucuras que eu e minha Deusa já fizemos, me lembro ainda quando ela trabalhava como Bióloga prestando serviço em uma instituição de pesquisa, aquele serviço a estava consumindo, não tinha tempo para mais nada, nem lembrava da família, de se alimentar e tudo mais, eu então vivia esquecido, sua meta era apresentar aquele trabalho e mostrar sua competência, ela sempre foi dedicada, mas aquilo a estava consumindo de destruindo nosso relacionamento.

Era um domingo, tinha acordado tarde, encontrei um bilhete em cima da mesa: “Meu amor, desculpa, mas tenho que ir para o laboratório, o café esta na mesa, beijos da sua Deusa”. Passei a tarde pensando no que aquela pesquisa estava fazendo com nossas vidas, mas já faltava pouco para ela terminar sua tese, estava na fase final de testes, e já tínhamos combinado em pegar uma parte do dinheiro e tirarmos férias, afinal já fazia dois meses, e já não agüentávamos mais tanta distancia, eu dormia e ela chegava tarde, acordava e não a via, quando não apenas um beijo antes da partida, já tinha chegado ao ponto de acordar com o maior tesão e não te-la, de me masturbar pensando em nossas transas e cheirando suas roupas de dormir, isso nunca tinha acontecido antes, sempre tinha minha Deusa junto, e ela nunca deixara seu mortal excitado em nossa cama.

Naquela tarde peguei o celular e liguei:

  • oi amor!

  • oi meu lindo!!

  • To sentindo sua falta, não esta na hora de sair desse laboratório??

  • Poxa gato é verdade, nem tinha olhado a hora.(sorriu)

  • Então é melhor deixar isso ai e vir para nossa casa, afinal hoje é domingo.

  • Claro, claro, falta pouco, vou apenas guardar os materiais.

  • Esta sozinha ai??

  • Sim lindo, apenas o vigilante esta na guarita na entrada do prédio.

  • Humm, muito bom ..rs..rs

  • Porque esse sorriso maroto em seu safado ..rs,..rs

  • Nada apenas pensei algo...

  • Sei, sua voz rouca diz tudo, seu tarado..rs..rs

  • Sabe é??..

  • O que esta pensando meu servo ..


Aquilo foi a deixa para tudo, minha Deusa percebera o que minha mente esta pensando, e de imediato respondi:


  • Já percebeu que seu servo esta morrendo de saudades de você?

  • Verdade, mas quando tocou o celular e vi seu numero, meu coração acelerou e meu corpo respondeu de uma forma que fazia tempo que não acontecia..

  • De que forma?

  • Você sabe.

  • Lembre-me.

  • Você quer saber mesmo?

  • Adoraria.

  • Fiquei excitada..rs..rs

  • Eu já estou assim faz tempo..rs..rs

  • Delicia..rs..rs

  • Faz uma loucura pra mim?

  • Faço tudo meu amor...

  • O que tem a sua frente?

  • Uma mesa e vários tubos de ensaio.rs..rs

  • Bom..rs..rs

  • Mas espera, deixa-me fechar a porta, alguém pode entrar.

  • Feche rápido.

  • Pronto meu amor..rs..rs

  • Novamente, o que vê ai?

  • Uma mesa, vários tubos de ensaio, a janela de vidro, uma vista maravilhosa, varias arvores.

  • Me diz outra coisa, não vi você sair hoje, o que esta vestindo?

  • Uma saia jeans, camiseta de algodão e meu jaleco branco e claro minha calcinha que esta encharcada agora...rs..rs

  • Humm, deliciosa...

  • E você meu tesao como esta ai??

  • Somente de short, sem cueca e ele já esta molhado..

  • Meu gostoso, já to indo correndo para ai...

  • Não!, fique ai, você não queria tanto ir a esse laboratório hoje, pois é ai que te quero.

  • Poxa, seu malvado, o que quer de mim em?

  • Pegue uma cadeira.

  • Já, e agora?

  • Um tubo de ensaio..rs..rs

  • Humm, sei seu louco....

  • Fique em pé e encoste na mesa

  • Estou meu mandão...

  • Coloque uma perna na cadeira.

  • Já meu amor...

  • Pegue o tubo de ensaio e coloque na boca, chupe como fosse meu pau, que esta aqui duro, liso e pulsando por você minha Deusa.

  • Oh!, que gostoso, o que mais...?

  • Com a outra mão afaste a calcinha para o lado, não a tire, apenas afaste e enfie-o lá dentro.

  • Hummm... seu louco..rs..rs

  • Tire-o e prove seu prazer.

  • Meu gostoso, esta bom demais, escorreu pela coxa e ta indo até a perna, não sabia como estava tão excitada assim, a calcinha tava segurando tudo isso..rs..rs

  • Agora coloque o tubo de ensaio bem devagar..

  • Hummm...que delicia..

  • Não mexa ainda.

  • Poxa, deixa de maldade..rs..rs

  • Já disse, quieta!!

  • Ta bom.... mas não demora, ta pulsando aqui,..rs..rs

  • Enfia todinho.

  • Mas é grande demais, peguei o maior...rs..rs

  • Obedeça-me!!

  • Ta bom...ai....gostoso..

  • Agora comece bem devagar.

  • Sim...amor.. que delicia...ta bom demais..rs..rs

  • Olhe para janela.

  • Sim.. amor,,hummm

  • Veja ao longe as arvores

  • Sim estou olhando

  • Grossas não?

  • Sim

  • Assim que esta meu pau, com as veias delatadas, grosso e liso para você..

  • Aiiiiii.... continua... estou louca para ir para casa e pegar você...

  • Acelera nessa buceta!!!

  • Uiiiiiii... mais amor... mais...

  • Não feche os olhos!

  • Sim ... gostoso..aiiii..

  • Acelera e olha a paisagem...

  • Aiiii.... assim eu vou gozar....meu amor...

  • Ainda não!!

  • Não agüento mais.....hummmmm...rs..rs

  • Suba na mesa e deite-se com as pernas abertas..

  • Vou tirar esse jaleco... to suando muito,,rss

  • Não !!!

  • Mas...mas.. meu amor, eu..

  • Não!, já disse deita na mesa (ouvi o barulho de coisas caindo)

  • Ta bom...

  • Isso deite-se e enfie esse tubo nesse bucetão gostosa!!!

  • Já estou enfiando amor... ta bom demais....vou gozar gostoso para voce...ahhhh

  • Acaricie seus seios, belisque como fosse meu lábio....

  • Aaahhhhhhh.......to gozando.... to gozando....

  • Isso minha deusa, sinta o prazer que te espera aqui em casa, sinta o prazer que posso te proporcionar aonde quer que esteja.

  • Você é louco sabia????, viu o que me fez fazer??? Eu gozei em cima da mesa do laboratório??? E derrubei tudo aqui..rsss

  • Pegue o tubo de ensaio e lambe ele todinho.

  • Hummm.... meu gozo esta nele.

  • Por isso mesmo.

  • Hummm.... delicia, já vou sair daqui correndo para ai, você ascendeu algo que estava adormecido devido esse meu trabalho, mas tenho que pegar você se não vou quebrar mais coisas aqui..rs...rs.

  • Não, agora ouvi o que te espera.


Naquela hora já me masturbando deliciosamente, fiz questão de colocar o celular no viva-voz para ela escutar o barulho de meu gozo eletrizante, ela adorou quando gritei seu nome ao gozar.


Aquele grito ao celular era o que faltava, ela saiu em disparada do laboratório, pegou o carro e seguiu para nosso apartamento, a excitação foi tanta que ela nem vestiu a calcinha, apenas colocou em sua bolsa. Nosso lar ficava apenas a uns 10 minutos de lá, como era domingo, as ruas estavam desertas e eu ainda estava me recuperando daquela nossa loucura, quando ouvi a chave abrindo a porta, foi como se uma luz entrasse naquela sala, o sorriso e os olhos lindos de minha Deusa iluminaram aquele final de tarde e cair de noite, ela corre e pula em cima de mim, me derrubando no sofá, um beijo sela nosso reencontro, como sempre avassalador ambos se comem, se cheiram, se abraçam, afinal seus corpos tão distantes, aproveitam aquele momento, é quando sinto sua xaninha, seus pelos molhados e aquele tesão todo contido agora escorre molhando suas coxas e minha perna, ainda de jaleco, ela se abre e encosta seus seios em minha boca, me delicio com eles durinhos e excitados, seus gemidos são de prazer e tesão, sua respiração acelera, seus lábios abertos e olhos fechados demonstram o quanto ela adora ser amada pelo seu mortal servo. Enfio dois dedos em sua buceta e retiro passo em nossos lábios, eu e ela adoramos provar o seu néctar, de imediato rasgo sua camiseta, e seus seios pulam em meu rosto, abocanho um dos mamilos e massageio outro seio, seus cabelos agora envolvem meu rosto, ela se entrega ao prazer, sua mão busca me pau, pois o sente já enrijecendo, o encontra e ao envolvê-lo em sua mão grita: Achei-o, agora é meu!, diante disso abre suas pernas e o enfia naquela gruta molhada, ele entra macio e latejando, ela me beija e começa a cavalgar naquele nosso sofá, como uma amazona em seu garanhão, sentada, cabeça caindo para trás, cabelos soltos, sorrindo, com olhos fechados e mãos na cabeça, eu seguro sua cintura e comando o sobe e desce, deslizo uma das mãos para seu bumbum e o sinto molhado, com uma mistura de suor e excitação vinda de sua xaninha, enfio um dedo no seu cuzinho, ela adora sentir-se preenchida por um todo, acelerando sente-se agora possuída por algo que há tempos não sentia, seu macho comendo-a, escuto seus lábios pronunciarem o sentimento puro de prazer: Gostoso!, Macho gostoso!, fode gostoso, fode porra!. Não tinha mais duvida, minha Deusa esta saindo de si, um gozo se anuncia, ela sempre delira prestes a gozar no meu pau, é quando escuto um grito delicioso que ecoa por toda a casa: Meu amor! To gozando caralho! To gozando porra!, Gostoso!, e nesse momento se joga sobre mim chorando como uma criança, um soluço intermitente, ela esta passando mal, sinto seu coração acelerado como a tempos não presenciava. Ela me abraça forte, beijando meu rosto e sinto seu corpo tremer por completo, aproveitando ter aquela Deusa totalmente indefesa, aproveito o momento e agora ela é toda minha sem restrições e tabus, coloco-a encostada no sofá, com o bumbum para cima e sua cabeça encostada no assento, de mãos para trás, abro suas pernas ainda tremulas e enfio na sua buceta, puxando-a pelos braços ela sente-o entrar todo da cabeça a base, e seu gemido ecoa pela sala, começo devagar e vou acelerando, ela delira, sente que vou gozar, e me diz: Goza dentro! Quero sentir você ! seu leite me dá, me dá!, esta delicioso molhamos o sofá, minha excitação e a dela pinga, o cheiro de sexo exala por todo o lugar, não agüentando todo aquele clima, sinto meu pau inchar dentro de sua buceta, um jato de gozo se anuncia, e finalmente acontece, gozo deliciosamente dentro, ela sente e aperta meus braços, suas unhas entram na minha pele, o prazer e a dor se unem, grito como um lobo ferido, sinto cada gota entrar e se misturar ao corpo de minha Deusa, ela se contrai, sugando-o meu pau, tento retirá-lo, mas ela não deixa, sinto-me preso, sendo drenado pelo corpo de uma mulher deliciosamente sexy, e ferozmente no cio. Nesse momento caímos abraçados sobre o sofá, exaustos, nos beijamos lentamente, ela sorri e me diz: “Prometo nunca mais deixar o trabalho nos afastar, privar-nos desses momentos maravilhosos em que me leva as nuvens em seu colo”. Da mesma forma respondi: “Prometo nunca mais deixar você me privar de ser arrebatado aos céus pelo seu encanto e beleza, minha Deusa amada”.


Para celebrar o retorno a nossa de vida de encanto e prazer, resolvi presenteá-la com mais uma coisa que ela adora, enquanto ela descansava em nossa banheira de hidro, tomei uma ducha e fiz um jantar tendo como prato principal, massa italiana e um bom vinho Ao sair do banho ela sentiu o aroma delicioso, e sorriu dizendo: “assim não vale, é maldade fazer isso comigo”.Respondi de imediato: “maldade é deixar de proporcionar esses prazeres a uma mulher como você, minha Deusa”.


Ela se dirigiu ao quarto e eu terminei de fazer o prato rápido, afinal éramos apenas duas pessoas, e, portanto não precisava muita coisa, a única questão era acertar o ponto. Antes de retornar ao quarto tomei outra ducha e chegando lá a encontrei ainda passando seus cremes deliciosos que me embriagam sempre que sinto o aroma misturado a sua pele. Disse que o jantar estava servido, e que nem precisava vestir uma roupa, ficaríamos de roupão mesmo, ela concordou, pois aqueles momentos da tarde despertara uma fome daquelas.


Na mesa uma macarrão quente, regado a um suculento molho de tomates e ervas finas, queijo e azeite de oliva, um vinho suave de mesa de boa safra, comida rápida mais apetitosa. Minha Deusa sorri e diz: “Só você mesmo para aprontar essas coisas deliciosas e simples tão rápidas”. A qual eu respondo: “quando me sinto amado, costumo retribuir de alguma forma, uma delas é fazendo você feliz”. Nos deliciamos com o prato e sorrimos muito de tudo que havíamos feito no laboratório, ela me dissera que nunca imaginara fazer aquilo em seu ambiente de trabalho e que por sorte ninguém havia ido lá em pleno domingo, nem o segurança apareceu para saber se estava tudo em ordem. Ainda bem que o projeto já estava pronto e apenas precisava apresentar a um conselho, mas que seus dias de escravidão haviam terminado. Ao percebermos já havíamos tomado bastante vinho e sorriamos em demasia, sempre tivemos fraqueza para vinho, ele sempre aquecia nossos corpos e o olhar de minha Deusa já demonstrava toda uma meiguice e sedução, novamente estávamos envolvidos em um clima de sedução, ela levantou-se chegou a minha cadeira e puxou meu cabelo, levando minha cabeça para trás e beijou-me com os lábios molhados de vinho, sua boca gelada e gostosa, sua língua deliciosa, tudo mexia comigo. Ainda de roupão ela o solta expondo seu corpo lindo, enquanto nos beijamos nos acariciamos, ela no meu rosto e eu em seus seios, segurando forte minha cabeça ela me prende na cadeira, coloca uma de suas pernas dobrada sobre a minha me impedindo de sair, meus movimentos são controlados. O aroma de seu perfume entra pelas minhas narinas como um entorpecente, estou entregue a aquela mulher. Ela pega a taça de vinho e molha meus lábios, tento beber mais, porem ela não deixa, e diz: “mate sua sede em meus lábios”, e me beija novamente, aquilo me excita, meu pau endurece e ela percebe, tocando-o com uma das pernas, ela senta em minha coxa, ainda segurando minha cabeça e me beijando, agora eu sinto que ela esta nua por baixo do roupão e sua xaninha novamente encharcada de tesão, meu pau agora molha sua perna, ambos excitados ao extremo. Minha Deusa diz: “você é meu, todo meu, agora e sempre”, aquilo mexe demais comigo.Ela sentada em uma de minhas pernas, começa a rebolar, me deixando louco, ela começa a derramar vinho em meu corpo, começando pelo pescoço e tórax, e ao mesmo tempo degusta com sua boca percorrendo por onde cada fio do liquido desce, eu deliro. O calor é extremo, começamos a suar, ela me diz: “quer provar do vinho meu amor?... prove “, falando isso derrama em seu pescoço, como um convite, meus lábios percorrem o liquido, ele escorre molhando todo o seio, eu não deixo uma cota cair, ela sorri e geme baixinho no meu ouvido, que sensação deliciosa poder tê-la ali naquele local, sugo os mamilos agora com o sabor do vinho, misturado ao creme e ao suor salgado de tesão de minha amada.Ela deixa a taça na mesa e agarra meu pau e começa a massageá-lo bem devagar, aquilo me enlouquece, ela sabe como me tirar do eixo, ainda segurando a minha cabeça com uma das mãos, me beija e lambe os locais ainda com vinho, sinto minha coxa molhar de sua buceta, ela esta toda molhada, até seu bumbum esta encharcado, mesmo assim ela ainda não me deixa penetrá-la, me maltrata e diz sorrindo:” te quero assim, não me penetra ainda, quero mais desse vinho “, agora sua mão esta toda molhada do meu pau, ela retira e lambe sorrindo e olhando nos meus olhos, dizendo:” vou provar para ver se esta no ponto “, aquilo foi à gota d’água, segurei-a pelos braços, ela dando gargalhas grita: “Isso me possui meu macho tesudo!” , como uma ordem, afasto os pratos e talheres, alguns até caindo no chão, e deito-a na mesa, abrindo sua pernas, pego a taça de vinho, encosto a boca em sua buceta e derramo o vinho em sua xaninha, sugando-a com sabor de vinho e tesão, ela grita: “delicia!, não para!, prova o sabor dela ao vinho meu amor!, enfio a língua dentro e trago o sabor salgado de seu néctar e mistura em minha boca com vinho, a beira de mesa chupo seu clitóris e ela delira e goza em minha boca, é hora dela sentir mais, é quando coloco suas pernas em meus ombros e com ela deitada enfio minha vara latejante de tesão, ela ainda curtindo o gozo, geme compulsivamente, estou louco para gozar e passo a enfiar bruscamente, e ela grita ensandecida: “Fode essa sua tesuda! Fode! Mais meu gostoso! Fode caralho, goza assim gostoso, agora!, minha Deusa percebe que vou gozar, não resisto é muita excitação é quando pego a taça de vinho e coloco na direção de meu pau preste a gozar, retiro da buceta e os jatos escorrem pela taça, ela observa atentamente a cada jato que entra e sorri dizendo:” é meu, me dá é meu esse leite é pra mim “, eu de imediato faço-a beber, ela lambe até a ultima gota, não satisfeita ela levanta e se ajoelha e me chupa, dizendo:” tem mais aqui, eu quero mais “, aquilo me faz ver estrelas. Após sugar e limpar cada gota, ela me abraça e sento novamente na cadeira e ela no meu colo, faz pose de criancinha que acabou de tomar seu leite, segura em meu pescoço me abraçando, encolhe as pernas e me cheira se preparando para dormir. Uma imagem incrível sinto seu coração bater e ir desacelerando lentamente, minha Deusa adormece em meus braços, carrego-a no colo e coloco-a na cama, em pé em frente, fico olhando em nosso quarto, e me pergunto: “como posso deixar de adorar essas três pessoas, Deusa, mulher, criança?.

Essas lembranças é que fazem refletir em cada conto que escrevo, toda mulher precisa descobrir a Deusa e a criança que existe dentro de si, pois somente assim poderão desfrutar do prazer de cada momento em sua vida.




CONTO 17 - UM ESTRANHO MUITO INTIMO


UM ESTRANHO MUITO INTIMO.


Karina era uma mulher morena, cabelo curto cortado caindo sobre os ombros, sorriso angelical, 23 anos, namorava Fernando a cerca de seis meses, jovem de porte atlético, estilo intelectual, do tipo que não tinha dificuldade em conseguir uma namorada, ambos se conheceram através de amigos de faculdade. Apesar do relacionamento ter algum tempo, Karina devido a um passado de desilusões amorosas era mais retraída com relação ao sexo, durante esse período nunca tinham feito amor, apesar de sempre chegarem quase às vias de fato no carro e em uma festa, apenas rolou muita excitação e sexo oral rápido em um estacionamento, não concluído pelo fato do segurança ter intervido e solicitado a retirado do carro. Naquela data ambos já tinham combinado, era o dia, final do mês, sexta-feira dia internacional do chope, iriam se encontrar em um point para um happy hour e seguir depois a um lugar mais reservado para sua noite de amor. Ela comunicara a sua família que iria dormir na casa de amigas e somente voltaria no sábado, tudo perfeito. Ela saiu do trabalho por volta das dezoito horas, estava em reunião e atrasada, Fernando já estava no barzinho desde as dezessete e trinta, varias ligações no celular apontavam sua impaciência, e ainda por cima o engarrafamento no transito estava horrível. Eram dezenove e trinta e Karina finalmente chegou ao local, na mesa vários amigos de faculdade e de trabalho, mais Fernando não estava, ao indagar sobre o mesmo, um amigo disse que ele teria ido ao banheiro, como a correria para chegar também lhe deixara muito ansiosa, ela falou com outra amiga que também iria ao toalete, a qual lhe fez companhia. O toalete dos homens era próximo dos das mulheres, e quando a porta se abria um curioso poderia ate ver alguma coisa pelos espelhos, e Karina já saindo com sua amiga, de repente olhou para o lado, aonde teve a maior de suas surpresas, apesar um pouco escuro, Fernando estava aos beijos com uma garota em um Box do banheiro masculino, a cena foi ao mesmo tempo decepcionante e excitante, pois ele a beijava e ao mesmo tempo com uma das mãos dentro da calcinha dela, a qual estava encostada na parede, com uma das pernas em cima do vaso, totalmente entregue as caricias de Fernando. Karina saiu correndo e sua amiga atrás perguntando o que havia ocorrido, ela aos prantos disse o que vira, mas não parou de correr, sua amiga ainda tentou segui-la, mas ela desaparecera entre os carros do estacionamento. Aquela sensação horrível tomara conta de Karina, ela andara sem rumo por entre os carros, chorando e querendo morrer, não acreditara que tinha acontecido novamente, naquele dia que seria o retorno a um relacionamento duradouro, ela já estava apaixonada por aquele homem, e agora estava tudo perdido, não admitia ser enganada, pois se guardara para ele, nunca pensara em traí-lo e ele não a respeitou. Já havia andado por varias ruas, estava longe do local, sem rumo, quando percebera não sabia onde estava, aquele bairro, aquelas ruas, eram desconhecidas, e já não havia pessoas por ali, pouca iluminação e ainda continuava se distanciando cada vez mais, sentia um vento forte que arrepiava seu corpo suado de tanto correr, um vento de chuva, estava prestes a cair uma daquelas chuvas fortes. Ao longe viu uma parada de ônibus e como referencial seguiu até lá, mas antes a chuva caira, e a escuridão piorara, mesmo assim um filme passava em sua mente, os momentos de alegria que vivera com Fernando, as gargalhadas e os beijos mais calientes, porem tudo terminava com a cena dele com outra mulher, era algo que a confundia, pois despertava a dor e paixão ao mesmo tempo, ela queria ser aquela mulher sendo acariciada naquele banheiro, ela queria ser possuída naquela hora, aquilo encharcava sua calcinha. Correndo na chuva ela chorava, tentava chegar ao abrigo da parada de ônibus mais parecia cada vez mais distante, sua excitação agora se misturara à água da chuva, estava ensopada, e o vento forte trazia agora o frio, ao atravessar a rua sem olhar, quase e atropelada por um carro, o que a faz cair, agora uma marca no joelho ainda conseguia deixá-la com mais dor, e finalmente naquela rua deserta e escura, iluminada apenas por um porte com uma luz fraca ela chega ao abrigo, chorando e soluçando ela espera passar a chuva, perguntas começam a passar por sua cabeça, o que fiz? Onde estou? Que loucura é essa? Não devia ter saído correndo assim como uma louca. A chuva castigava a cidade, os ventos só aumentava o frio, ela vestia um saia média típica farda de trabalho, uma blusa por baixo e um blazer por cima, tudo molhado, o cabelo pingando e olhar de medo estampado. Para maior susto ela avista uma sobra de um homem com uma capa de chuva andando em direção ao abrigo de ônibus, o medo agora aumentara, e agora? Sozinha? Quem poderia sair numa chuva dessas??, E porque ele anda e não corre para chegar logo?, a imagem era ao longe mais chegava cada vez mais perto. Ele chegou e encostou-se à coluna do abrigo, sem falar nada ficou ali parado, ela em outra coluna distante, calada e com frio. Porem ela observou sua silhueta, era de um homem forte, alto e bem vestido, apesar da chuva forte, sua capa era bem grande o que cobria até as pernas, quase não se molhara, porem ele não a tirara, continuava ali em pé. O frio aumentara,Karina percebera que seus lábios deviam estar roxos, seu queixo começava a bater de tanto tremor, mesmo se fechando com o blazer, devido seus seios serem bem empinados e durinhos eles teimavam a ficar expostos o que dava perceber apesar do sutiam, que os biquinhos estavam durinhos excitados. Aquele homem finalmente falara: “percebo que estas com frio, posso lhe oferecer algo para aquecer?, Karina ficara surpresa, o que seria? Aceitava? Falaria com um desconhecido? E como sempre foi desconfiada, agradeceu, mas não aceitou. Ela percebera que ele tinha dado um sorriso, como se percebesse o medo que ela estava sentindo. Mesmo assim ele retirou de seu bolso um pequeno frasco de bebiba, daqueles que geralmente encontra-se em aviões e hotéis, e disse: “toma um pouco, vai melhorar”. Como o frio estava congelando-a, ela naquele momento assumiu o risco e com a mão tremendo esticou o braço até o desconhecido e pegou o frasco, cheirou e percebeu que se tratava na verdade um boa amostra de vinho, e que já bebera anteriormente, de imediato abriu e tomou de um só gole, e aquele liquido foi percorrendo todo seu corpo, como uma chama, aquecendo e queimando suas entranhas. A dose fora forte, ele se engasgara, tossindo quase cai, aonde foi socorrida pelo estranho, foi quando ao chegar perto sentiu o perfume que aquele homem exalava, era o Doce Gabana, que ela adorava sentir em um antigo namorado, aquele aroma lhe entorpecera a ponto de cair nos braços meio sem sentido, o homem com seus braços fortes a segurara, e dissera: “ cuidado moça, você não parece nada bem, deixa eu lhe proteger do frio com meu casaco, de imediato ele tirara colocandon em Karina, agora pronto ela estava entregue ao destino, pois o perfume ficara mais próximo. A chuva já passara, apenas ficara a brisa fria, ele sentara com Karina em um banco do abrigo, ela colada a ele, estava retornado os sentidos e percebera que ele estava fazendo o possível para aquecê-la. O ambiente escuro, ainda escondia a silhueta, mais ela percebera algo que a deixou louca, ele estava um pouco excitado, o volume da calça transparecia, aquilo foi à gota d’água, ela talvez pelo efeito do vinho, do perfume ou do tesão reprimido, ou por tudo junto, começou a acariciá-lo por cima do jeans, o que o surpreendeu, mas não ouviu nada contrario, e ela estava com razão, de repente o volume da calca endurecera, o que ela queria, sem dar uma palavra ela abrira o zíper dele e retirou o que ansiava em ter, aquilo de imediato fizera sua buceta abrir com todo o prazer proporcionado, agora sua excitação quente escorria até para o bumbum, e seu grelinho inchava por demais. O pau quente dele se molhara rapidinho e ela abocanhou rápido, sentido ele pulsar em sua boca, um mastro quente, liso, vermelho e bem grosso, ela fazia chupões e foi ai que olhou para cima e vira o rosto de uma homem maduro, com cerca de 38 anos e um sorriso sacana. Não perdendo a oportunidade ela deitara sobre o colo dele, ele acariciando os seios dela, retirara um deles para fora do sutiam e acariciara com os dedos molhados, aquilo a fazia delirar, ele falou em seu ouvido: “que tal você sentar agora e sentir todo ele dentro?”, sem demora ela olhando pela rua deserta, levantou a saia, afastou a calcinha para o lado e quando ia sentar, ele a segurou e disse: “não, primeiro quero te chupar assim de costa”, aquilo a deixou louca, fazendo-a esfregar seu bumbum no rosto dele, sentado o estranho enfiou a língua dentro da buceta de Karina, estava uma delicia, molhada ao extremo, pingava e pulsava, ele com as duas mãos em seu bumbum, chupando a buceta e passando a língua no cuzinho, Karina grita na rua deserta, o eco vai ao longe, mais ninguém escuta, era seu gozo reprimido sendo libertado, sua vista escurece, suas pernas tremem, é quando ele a puxa e ela senta em seu mastro, agora um gemido forte sai de sua boca, ela fecha os olhos e começa a cavalgar, sentada com as pernas fechadas ela sente ele pulsando e bombando dentro, ela delira, balança a cabeça para cima e para baixo, não vê nada apenas sente, e grita, ela percebe que ele vai gozar, sente inchar por demais dentro de sua buceta, então pede: “dentro não, quero ver esse leite gostoso”, ele a obedece, e preste a gozar ele retira e jorra seu leite no bumbum dela, ela delira, rebolando ainda, sente o liquido quente escorrer em suas costas e bumbum, ao mesmo tempo em que goza, sentindo o seu liquido escorrer por suas pernas, ele a abraça, ambos ali extasiados, sentem seus corpos aquecidos. Passados alguns minutos juntos, sem dar uma palavra, ele vê um táxi ao longe, ambos se recompõem, e levantam do banco. Ele faz sinal e o táxi pára, ele abre a porta para ela e quando ela entra, ele bate a porta e fala com o motorista, ela pergunta se ele não vai entrar, ele não responde, apenas diz: “ Deixe essa moça no endereço que ela lhe informar, ela não esta bem, aqui esta o valor que cobre a corrida”, ela se surpreende e diz: “não vá, volte, não precisa!!, entre!!, ele trava a porta do carro e diz : “siga motorista”., por ultimo ela pergunta: “ Como se chama???”, o carro já saindo ele responde sorrindo: “Logan”.

Karina ficara com o casaco dele, e o perfume em seu corpo, ali dentro daquele táxi, sorria e pensava na loucura que fizera, porem sabia que aquilo fora somente uma aventura e que nunca mais encontraria aquele homem que lhe aqueceu, cuidou e realizou suas fantasias.